Disciplinas PGPP

Área de concentração e linhas de pesquisa

Disciplinas Obrigatórias

– 04 disciplinas obrigatórias assim distribuídas:

  • Perspectivas analíticas de Políticas Públicas
  • Estado e Democracia
  • Metodologia I – Desenho de Pesquisa
  • Metodologia II(a) – Métodos quantitativos
  • Metodologia II(b) – Métodos qualitativas

Sendo somente obrigatório cursar uma das duas disciplinas metodologia II, ou métodos quantitativos ou qualitativos, em acordo com a proposta metodológica de seu projeto de pesquisa, sendo facultativo cursar as duas disciplinas.

correspondendo a 36 créditos (cada disciplina corresponde a 9 créditos; 12 semanas de 3 horas de duração de cada aula)

– Carga Horária disciplinas obrigatórias:  144 horas

Disciplinas Eletivas

– 02 disciplinas eletivas: 18 créditos (cada disciplina corresponde a 9 créditos com 3 horas de duração cada aula)

– Carga horária disciplinas eletivas: 72 horas

Total de créditos no mestrado:

– Disciplinas: 54

– Elaboração de Dissertação: 48

Total de créditos: 102

Vale ressaltar que a UFABC adota o sistema quadrimestral, permitindo que o aluno cumpra a carga exigida de disciplinas (obrigatórias e eletivas) pelo programa no decorrer do primeiro ano de ingresso no mestrado.

Disciplinas Obrigatórias

As disciplinas obrigatórias do núcleo comum proporcionam os instrumentos para identificar e estabelecer uma análise crítica das abordagens teóricas e metodológicas, dos diferentes mecanismos de atuação dos atores sociais e das instituições políticas envolvidos na produção de políticas públicas.

1. Perspectivas analíticas de Políticas Públicas

Ementa:

Conceituação de políticas públicas; Tipologia de políticas públicas; Atores governamentais e não governamentais; O processo de políticas públicas: agenda, formulação, implementação e avaliação; Instituições e políticas públicas: constrangimentos institucionais e coordenação intra e intergovernamental.

Docentes:

Gabriela Lotta, Adalberto Mantovani Martiniano de Azevedo, Diego Sanches Corrêa.

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

BARDACH, Eugene. A practical guide for Policy Analysis: the eightfold path to more effective problem solving.  Los Angeles: SAGE/COPRESS, 2012. 4 ed.

CAHN, Matthew A. and THEODOULOU, Stella Z. Public policy: the essential readings. Prentice Hall, Upper Saddle River, New Jersey, 1995.

CHRISPINO, Alvaro. Introdução ao estudo das políticas públicas. Uma visão interdisciplinar e contextualizada. Rio de Janeiro: FGV, 2016.

COBB, Roger W. and ELDER, Charles D. Issues and agendas. In: THEODOULOU, Stella and CAHN, Matthew A. Public policy: the essential readings. Upper Saddle River, NJ, Prentice Hall, 1995.EVANS, Peter, RUESCHEMEYER, Dietrich  e SKOCPOL, Theda. Bringing the State back in. New York, Cambridge University Press, 1997.

FARIA, Carlos A. P (org). Implementação de Políticas Públicas – Teoria e Prática. Editora PUC Minas, Belo Horizonte, 2012.

GRINDLE, S. Marilee. Public choices and policy change. Baltimore, Maryland, The Johns Hopkins University Press, 1991.

HILL, M. e HUPE, P. Implementing public policy. (2009) London: Sage Pub.

HOCHMAN, Gilberto, ARRETCHE, Marta e MARQUES, Eduardo (org.). Políticas Públicas no Brasil.  Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2008.

THEODOULOU, Stella Z. and CAHN, Matthew A. Public policy: the essential readings. Upper Saddle River, NJ, Prentice Hall, 1995.

LINDBLOM, Charles. O processo de decisão política. Brasília, Ed. Universidade de Brasília, 1981.

LOWI, Theodore J. Four systems of policy, politics and choice. Public Administration Review, July/August. 1972

MORAN, Michael, REIN, Martin e GOODIN, Robert E. (ed.). The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford University Press: New York, 2008.

PETERS, G e PIERRE, J (org). Administração Pública – coletânea. ENAP e Editora UNESP, Brasília, DF, 2010.

PETERS, B. G. Advanced Introduction to Public Policy. Cheltenham, UK; Northampton, MA, USA: Edward Elgar, 2015.

SARAVIA, Enrique e FERRAREZI, Elisabete (org.). Políticas públicas: coletânea. Brasília: ENAP, 2006. 2 vol.

 

2. Estado e Democracia

Ementa:

(I) Estado: Formação e evolução do Estado Moderno. Estado Democrático de Direito. Estado do Bem-Estar Social. Estado (neo)desenvolvimentista. Abordagens teóricas: pluralismo, (neo)marxismo, elitismo, corporativismo e teoria de sistema. Estado, governo, burocracia e sociedade civil. Divisões de poderes (Executivo, Legislativo, Judiciário) e suas interrelações.

(II) Democracia: Abordagens teóricas: elitista, econômica, pluralista, participativa, deliberativa e agonística. Democracias em perspectiva comparada: parlamentarista vs. presidencialista; representativa vs. direta; majoritária vs. consociativa, competitiva vs. consensualista.

(III) Desafios contemporâneos: Estado e democracia no Brasil e na América Latina. Estado, democracia e políticas públicas. A sociedade como ator político: grupos de interesse, movimentos sociais, precariado. Estado e democracia no sistema político mundial.

Docentes:

Sidney Jard, Klaus Frey, Salomão Ximenes, Artur Zimerman

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ANSELL, Christopher K. (2011). Pragmatist democracy. Evolutionary learning as public philosophy. Oxford: Oxford University Press.

AVRITZER, Leonardo. Impasses da democracia no Brasil

BAUMAN, Zygmunt; BORDONI, Carlo (2016). Estado de crise. Rio de Janeiro: Zahar.

BOBBIO, Norberto (1986). O future da democracia. Uma defesa das regras do jogo. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

BOHMAN, James; REHG, William (eds. 1997). Deliberative democracy. Essays on Reason and Politcs. Cambridge, London: The MIT Press.

COHEN, Joshua & FUNG, Archon (2005). Radical democracy. Swiss Political Science Review (10(4), pp.169-180.

CORBRIDGE, Stuart. (2008). State and Society. In K. Cox, M. Low & J. Robinson (Eds.), The Sage Handbook of Political Geography (pp. 107-121). London: Sage.

DAHL. Robert A. (1998); On democracy. New Haven & London: Yale University Press.

DIAMOND, L; PLATTNER, M.F. (Eds.) Democracy: A Reader. Baltimore: The John Hopkins University Press, 2009

DIAMOND, Larry Jay (2002). “Thinking about hybrid regimes”. Journal of Democracy, 13(2), pp.21-35.

DOWNS, A. An Economic Theory of Democracy. New York: Harper and Row, 1957.

ELSTUB, Stephen; MCLAVERTY, Peter (eds., 2014). Deliberative democracy. Issues and cases. Edingburgh: Edingburgh University Press

EVANS, P.; Ruesschmeyer, D. e SKOCPOL, T. (eds.. 1985). Bringing the state back in. Cambridge: Cambridge University Press

FARIA, Cláudia F. O que há de radical na teoria democrática contemporânea. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 25 (73). 101-111

FREY, Klaus. (2008). Development, good governance, and local democracy. Brazilian Political Science Review, 2(2), 39-73.

FUKUYAMA, Francis (2005). State Building. Governance and World Order I the Twenty-First Century. London: Profile Books.

HAY, Colin; LISTER, Michael; MARSH, David (eds.). The State: Theories and Issues (Political Analysis, Houndsmill: Palgrave, 2006.

HELLER, Patrick & RAO, Vijayendra (2015). Deliberation and development. Rethinking the role of voice and collective action in unequal societies. Washington DC: World Bank Group.

JESSOP, Bob (2016). The State. Past, present, future. Cambridge: Polity Press.

KEANE, John. The life and death of democracy (2009). London: Simon & Schuster, Pocket Books.

MAZZUCATO, Mariana (2014). O Estado empreendedor. Desmascarando o mito do setor público vs. setor privado. São Paulo: Portfolio-Penguin.

MIGDAL, Joel S. (2011). Estados débiles, Estados fuertes. México, D.F.: Fondo de Cultura Económica.

MIGUEL, Luis Felipe (2014). Democracia e representação. Territórios em disputa. São Paulo: Ed. Unesp.

MIGUEL, Luis Felipe (orgs., 2016). Desigualdades e democracia. O debate da teoria política. São Paulo: Ed. Unesp.

O’DONNELL, Guillermo. (2011). Democracia, agência e estado: teoria com intenção comparativa. São Paulo: Paz e Terra

PATEMAN, C. Participação e teoria democrática. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1992

PRZEWOSKI, Adam, Democracy and the limits of self-government, Cambridge University Press, 2010.

SANTOS, Wanderley Guilherme dos (2017). A democracia impedida. O Brasil no século XXI. Rio de Janeiro: FGV.

SARTORI, Giovanni (1995). “How far can a free government travel”? Journal of Democracy, 6(3), pp.101-111.

SCHMITTER, Philippe C.; KARL, Terry Lynn (1991). “What democracy is…and is not”. Journal of Democracy, 2(3), pp.75-88.

SØRENSEN, E. and J. TORFING, Eds. (2008). Theories of democratic network governance. Houndmills, New York, Palgrave MacMillan.

TILLY, Charles (2013). Democracia. Petrópolis, RJ: Edtora Vozes.

 

3. Metodologia I – Desenho de pesquisa

Ementa:

A disciplina oferece subsídios teóricos e práticos para a construção do projeto de pesquisa em políticas públicas, visando à elaboração de dissertações de mestrado e teses de doutorado. Focaliza o lugar da pesquisa no processo de produção do conhecimento, as perspectivas que a ciência assume nos dias de hoje, e os passos metodológicos para a construção do projeto de pesquisa.

Docentes:

Diego Sanches Corrêa; Lúcio Bittencourt; Maria da Glória Gohn

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ADCOCK, R.; COLLIER, D. Measurement Validity: A Shared Standard for Qualitative and Quantitative Research. American Political Science Review, v.95, n.3, pp. 529-546, 2001.

ANGRIST, Joshua D.; PISCHKE, Jörn-Steffen. Mostly harmless econometrics: An empiricist’s companion. Princeton university press, 2008. Caps 1 e 2.

BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. Ed 70, 2011.

BOOTH, W. ; COLOMB, G. WILLIAMS, J. The Craft of Research. Chicago: The University of Chicago Press, 2008.

BRUYNE, Paul; HERMAN, Jacques; SCHOUTHEETE, Marc . A Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. SP, Liv Francisco Alves, 1977

BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Ed, cap. I ao V, 2003

CARMINES, Edward G.; ZELLER, Richard A. Reliability and validity assessment. Sage publications, 1979.

CHIZZOTTI, Antonio. A Pesquisa Qualitativa em Ciências Humanas: Evolução e desafios. Revista Portuguesa de Educação, no 2, vol 6, 2003, p 221-236

COLLIER, D.; BRADY, H. E. Rethinking Social Inquiry: Diverse Tools, Shared Standards. Rowman and Littlefield Publishers Inc.: Lanham, MD, EUA, 2004.

ECKSTEIN, H. “Case-study and theory in Political Science” IN: GOMM, R; HAMMERSLEY, M; FOSTER, P. (eds.) Case Study Method. Sage Publications Ltd., 2000, pp.79-127.

GARFINKEL, A. Forms of Explanation: Rethinking the Questions in Social Theory. Yale University Press: New Haven, CT, EUA, 1981.

GATTI, Bernadete A. Grupo Focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília, Liber Livro, 2005

GERRING, J. What Is a Case Study and What Is It Good For? American Political Science Review, v.98, n.2, pp. 341-354, 2004.

GOHN, Maria da Glória. Roteiro para construção de um problema de pesquisa- um exercício. São Paulo, 2010 ( apostila- não public)

GOHN. Maria da Glória Marcondes . O Ato investigativo na produção do conhecimento: Questões Metodológicas. EccoS – Revista Científica, São Paulo, V.7, n.2, p253-274,jul/dez.2005

HAGUETTE, Tereza M. F.. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis, Vozes. 2003

JACOBY, W. Levels of Measurement and Political Research: An Optimistic View. American Journal of Political Science, v.43, n.1, pp. 271-301.

KELLSTEDT, Paul M. e WHITTEN, Guy D. Fundamentos da Pesquisa em Ciência Política. São Paulo: Blucher, 2015. Caps 1 e 2

KELLSTEDT, Paul M. e WHITTEN, Guy D. Fundamentos da Pesquisa em Ciência Política. São Paulo: Blucher, 2015. Cap 5

KELLSTEDT, Paul M. e WHITTEN, Guy D. Fundamentos da Pesquisa em Ciência Política. São Paulo: Blucher, 2015. Cap 3 e 4

KING, Gary; KEHOANE, Robert O.; VERBA, Sidney. Designing social inquiry: Scientific inference in qualitative research. Princeton University Press, 1994. Caps 1, 2 e 3

KING, Gary; KEHOANE, Robert O.; VERBA, Sidney. Designing social inquiry: Scientific inference in qualitative research. Princeton University Press, 1994. Cap 4 e 5.

KNOPF, J. Doing a literature review. PS: Political Science and Politics, v. 39, n. 1, jan 2006.

MORGAN, Stephen L.; WINSHIP, Christopher. Counterfactuals and causal inference. Cambridge University Press, 2014.

ROBINSON, W.S. Ecological Correlations and the Behavior of Individuals. American Sociological Review, v. 15, n.3, pp. 351-357, 1950.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

SOUZA, Herbert J. Como se faz análise de Conjuntura. Vozes, 1984.

SUTTON, Robert I.; STAW, Barry M. What theory is not. Administrative science quarterly, p. 371-384, 1995.

YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos, trad. Cristhian Matheus Herrera, 5º. Ed. Porto Alegre, Editora Bookman, 2015

4. Metodologia II(a) – Métodos quantitativos

Ementa:

O curso é uma introdução à análise quantitativa de dados em Políticas Públicas. A disciplina parte da premissa de que a maneira mais eficaz de aprender estatística é envolvendo os alunos ativamente na realização de análises estatísticas. Para cada tema, teremos aulas expositivas seguidas por sessões de laboratório em que os alunos utilizarão dados para responder a perguntas importantes para a análise de políticas públicas. Espera-se que, após cursar a disciplina, os alunos tenham desenvolvido conhecimentos e habilidades em métodos quantitativos e análises a partir de dados sociais e políticos com o uso de softwares, como SPSS, STATA e R. O curso abordará questões sobre causalidade, experimentos, quase-experimentos, modelos de regressão linear, modelos de variável dependente categórica, modelos de seleção em não observáveis e modelos de análise de painel.

Docentes:

Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes; Artur Zimerman; Diego Sanches Corrêa;

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

AGRESTI, Alan e FINLAY, Barbara. Métodos Estatísticos para as Ciências Sociais. Porto Alegre: Penso, 2012.

Angrist, J D., Imbens, G W. and D B. Rubin, (1996). Identification of Causal Effects Using Instrumental Variables,” Journal of the American Statistical Association, 91: 444-472 ***

ANGRIST, Joshua D.; PISCHKE, Jörn-Steffen. Mostly harmless econometrics: An empiricist’s companion. Princeton university press, 2008.

Calkins, LN & Zlatoper, TJ (2001). The effects of mandatory seat belt laws on motor vehicle fatalities in the United States, Social Science Quarterly, 82(4), 716-732

David Card and Alan B. Krueger. Minimum Wages and Employment: A Case Study of the Fast-Food Industry in New Jersey and Pennsylvania. The American Economic Review, 90(5):1397–1420, 1994

David Freedman. From Association to Causation: Some Remarks on the History of Statistics. Statistical Science, 14(3), 1999, p.2 43–258.

David L. Strayer and William A. Johnston, “Driven to Distraction: Dual-Task Studies of Simulated Driving and Conversing on a Cellular Telephone”, Psychological Science, vol. 12p, 2001.

Dee, Thomas S. 2004. “Are there Civic Returns to Education?”. Journal of Public Economics 88:1697-1720.

Dynarski, Susan M. 2003. “Does Aid Matter? Measuring the Effect of Student Aid on College Attendance and Completion. The American Economic Review, 93(1): 279-288

GUJARATI, Damodar N.; PORTER, Dawn C. Econometria Básica-5. AMGH Editora, 2011.

Howard B. Lee. Using the Chow Test to Analyze Regression Discontinuities. Tutorials in Quantitative Methods for Psychology , 2008, Vol. 4 (2), p. 46‐50

Imai, Kosuke. Quantitative Social Science: An Introduction. Princeton University Press. 2017.

Imbens, G. W. and Rubin, D. B. (2015). Causal Inference in Statistics, Social, and Biomedical Sciences. Cambridge University Press.

Jaffee, SR, Moffitt, TE, Caspi, A, & Taylor, A (2003). Life with (or without) father: The benefits of living with two biological parents depend on the father’s antisocial behavior. Child Development, 74(1) 109-126

Jeffrey G. Johnson and al. “Television Viewing and Aggressive Behavior During Adolescence and Adulthood”, Science, 29 March 2002, Vol. 295, pp. 2468-2471

Joel Best. 2004. More Damned Lies and Statistics: How Numbers Confuse Public Issues, (Berkeley: University of California Press, 2004), in particular chapter 6 “Contentious Numbers”.

KELLSTEDT, Paul M. e WHITTEN, Guy D. Fundamentos da Pesquisa em Ciência Política. São Paulo: Blucher, 2015.

KING, Gary; KEHOANE, Robert O.; VERBA, Sidney. Designing social inquiry: Scientific inference in qualitative research. Princeton University Press, 1994.

Laurence J. O’Toole Jr. and Kenneth J. Meier. 2004. “Parkinson’s Law and the New Public Management? Contracting Determinants and Service-Quality Consequences in Public Education,” Public Administration Review, 64:3 (June, 2004), pp. 342-352

Levitt, Steven D. 1996. “The Effect of Prison Population Size on Crime Rates: Evidence from Prison Overcrowding Litigation.” Quarterly Journal of Economics, 111(2): 319-51

MORGAN, Stephen L.; WINSHIP, Christopher. Counterfactuals and causal inference. Cambridge University Press, 2014.

Menard, Scott. Applied logistic regression analysis (second edition). Sage Publications, (Quantitative Applications in the Social Sciences, 106), p. 1-24, 41-61. 2002

Michael Foster. (2000) “Is more better than less? An analysis of children’s mental health services” Health Services Research. Chicago: Vol. 35, Iss. 5; p. 1135

PEREIRA, J. C. R.. Análise de Dados Qualitativos: estratégias metodológicas para ciências da saúde, humanas e sociais. 3a.. ed. São Paulo: EDUSP/ FAPESP, 2001. v. 5000. 160p

PEREIRA, J. C. R.. Bioestatística em outras palavras. 1ª. ed. São Paulo: EDUSP/FAPESP, 2010. v. 1.424p

Sovey, Allison J., Donald P. Green (2011). Instrumental Variables Estimation in Political Science: A Readers’ Guide. American Journal of Political Science 55(1): 188-200

STUDENMUND, A. H. Using Econometrics: A Practical Guide. Addison Wesley 2000.

WOOLDRIDGE, Jeffrey M. Introdução à econometria: uma abordagem moderna. Pioneira Thomson Learning, 2006.

 

4. Metodologia II(b) – Métodos qualitativos

Ementa:

O lugar da pesquisa no processo de produção do conhecimento. Perspectivas da ciência nos dias de hoje. Políticas públicas e a interdisciplinaridade do campo. Abordagens de pesquisa qualitativas e políticas públicas. Virada linguística nas ciências sociais e o estudo de políticas públicas. Métodos e técnicas de pesquisa em políticas públicas: estudo de caso, pesquisa histórica, pesquisa-ação e análise de contexto; análise de conjuntura, grupos focais e análise de conteúdo; entrevistas e observação; análise de documentos de domínio público; análise de discurso e de narrativas; pesquisa de campo; pesquisa no cotidiano.

Docentes:

Lúcio Bittencourt, Vanessa Elias de Oliveira, Maria da Glória Gohn;

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

BARDIN, Laurence. Análise de Conteúdo. Ed 70, 2011.

BOOTH, W. ; COLOMB, G. WILLIAMS, J. The Craft of Research. Chicago: The University of Chicago Press, 2008.

BRUYNE, Paul; HERMAN, Jacques; SCHOUTHEETE, Marc . A Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. SP, Liv Francisco Alves, 1977

CHIZZOTTI, Antonio. A Pesquisa Qualitativa em Ciências Humanas: Evolução e desafios. Revista Portuguesa de Educação, no 2, vol 6, 2003, p 221-236

CZARNIAWSKA, B. Shadowing and Other Techniques for Doing Fieldwork in Modern Societies. Malmo: Liber AB, 2013.

CZARNIAWSKA. B. Social Science Research: From Field to Desk. London: SAGE Publications Ltd., 2014.

FISCHER, F; GOTTWEIS, H. (eds.). The Argumentative Turn Revisited: Public Policy as Communicative Practice. Durham & London: Duke University Press, 2012.
GATTI, Bernadete A. Grupo Focal na pesquisa em Ciências Sociais e Humanas. Brasília, Liber Livro, 2005.

GOHN. Maria da Glória Marcondes . O Ato investigativo na produção do conhecimento: Questões Metodológicas. EccoS – Revista Científica, São Paulo, V.7, n.2, p. 253-274, jul/dez. 2005

HAGUETTE, Tereza M. F.. Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis, Vozes. 2003

SOUZA, Herbert J. Como se faz análise de Conjuntura. Vozes, 1984.

SPINK, M. J.; BRIGAGÃO, J.; NASCIMENTO, V.; CORDEIRO, M. (organizadoras). A Produção de Informação na Pesquisa Social: compartilhando ferramentas. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2014 (publicação virtual).

SPINK, P. Pesquisa de campo em psicologia social: uma perspectiva pós-construcionista. Psicologia & Sociedade, n.15, p.18-42, jul/dez, 2003.

SPINK, P. O pesquisador conversador no cotidiano. Psicologia & Sociedade, edição especial, n.20, p.70-77, 2008.

YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos, trad. Cristhian Matheus Herrera, 5º. Ed. Porto Alegre, Editora Bookman, 2015

Disciplinas exclusivas do doutorado

 

1. Abordagens teórico-metodológicas e debates atuais em políticas públicas (exclusivo doutorado)

Ementa:

Discussão avançada de abordagens teóricas e metodológicas que orientam o debate, a pesquisa e a prática em políticas públicas. Serão discutidas abordagens que focam tanto nas estruturas, quanto nos agentes e seus processos de interação. Entre os temas abordados propõe-se aprofundar perspectivas atuais sobre o neoinstitucionalismo, o individualismo metodológico, a teoria da escolha racional, o relativismo cultural, as teorias da ação coletiva e as diferentes fases do ciclo das políticas públicas. Também podem ser promovidas discussões avançadas nas áreas de metodologia qualitativa e quantitativa, análise de processos políticos, difusão de políticas, interdisciplinaridade, governança, relações intergovernamentais, redes e coalizões, administração pública e políticas públicas, estudos comparativos e políticas públicas no contexto internacional. A definição específica dos temas a serem tratados deverá levar em consideração os projetos de pesquisa propostos pelos doutorandos e publicações recentes de livros e de artigos em periódicos qualificados dentro da área CP/RI.

Docentes:

Klaus Frey; Vera Schattan P Coelho; Vanessa Elias de Oliveira

No. de créditos:

12 créditos

Bibliografia:

BEVIR, Mark. The SAGE Handbook of Governance. Los Angeles: SAGE, 2013.

BOX-STEFFENSMEIER, Janet M.; BRADY, Henry E.; COLLIER, David (eds.). The Oxford Handbook of Political Methodology. Oxford: Oxford University Press, 2010.

FISCHER, Frank, TORGERSON, Douglas, DURNOVÁ, Anna, ORSINI, Michael (eds.). Handbook of Critical Policy Studies. Cheltenham: Edward Elgar, 2016.

GEYER, Robert, CAIRNEY, Paul (eds.). Handbook on Complexity and Public Policy. Cheltenham: Edward Elgar, 2015.

GOODIN, R. E. (Ed.), The Oxford Handbook of Political Science. Oxford: Oxford University Press, 2011.

KLASSEN, Thomas R., CEPIKU, Denita, LAH, T. J. (Eds.). The Routledge Handbook of Global Public Policy and Administration. New York: Routledge, 2017.

LEVI-FAUR, David (ed.). The Oxford Handbook of Governance. Oxford: Oxford University Press, 2012.

BOIX, Carles; STOKES, Susan C. (eds.). The Oxford Handbook of Comparative Politics. Oxford: Oxford University Press, 2001

MORAN, Michael, REIN, Martin e GOODIN, Robert E. (ed.). The Oxford Handbook of Public Policy. Oxford University Press: New York, 2008.

PETERS, B. Guy, & PIERRE, Jon (Eds.). (2006). Handbook of Public Policy. London: Sage.

RHODES, R.A.W.; BINDER, S.A. & ROCKMAN, B.A. (eds.). The Oxford Handbook of Political Institutions. Oxford, New York: Oxford University Press, 2008.

ZAHARIADIS, Nikolaos (ed.). Handbook of Public Policy Agenda Setting. Cheltenham: Edward Elgar, 2016.

 

Colóquio Doutoral (exclusivo doutorado)

Ementa:

O Colóquio tem como objetivos oferecer um espaço de integração entre Professores e alunos do programa de pós-graduação de políticas públicas. Por um lado, aos doutorandos será dada a oportunidade de compartilhar e discutir seus projetos de pesquisa junto aos seus colegas e aos professores do programa, num primeiro momento, ainda na fase inicial de planejamento e execução da pesquisa, permitindo assim mudanças de via mais significativas na trajetória da tese e, num segundo momento, num estado avançado da tese, para uma discussão mais substancial do andamento da pesquisa e dos resultados alcançados. Além disso, devem ser neste espaço apresentados pesquisas em andamento ou resultados de pesquisas dos Professores do programa, de Pesquisadores externos convidados, finalmente de pesquisas de mestrado de maior qualidade em fase final por recomendação do Professor orientador. O Colóquio ocorrerá de forma contínua com um a dois encontros por mês. Para obter os créditos o doutorando deverá apresentar resultados de sua pesquisa por duas vezes durante o curso de doutorado e participar em pelo menos 10 encontros durante todo o curso para obter os 9 créditos atribuídos ao colóquio. Os mestrandos do programa serão convidados a participar do colóquio.

Docentes:

Vanessa Elias de Oliveira, Maria da Glória Gohn, Klaus Frey

No. de créditos:

9 créditos

 

Disciplinas Eletivas Linha I

 

1. Avaliação e Monitoramento de Políticas Públicas

Ementa:

Conceitos: monitoramento, avaliação, formulação, eficiência-eficácia-efetividade; Accountability e controle de políticas públicas; Implicações políticas da avaliação; Focos de avaliação (objetivos, administração, consumidores, especialistas, participantes); Indicadores de políticas públicas; Análise custo-benefício; Análise de impacto; Análise de impacto regulatório; Uso de bancos de dados (big data) na avaliação, monitoramento e controle; Sistemas de monitoramento.

Docentes:

Gabriela Lotta, Adalberto Azevedo.

No. de Créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ALA-HARJA, Marjukka; HELGASON, Sigurdur. Em direção às melhores práticas de avaliação. Revista do Serviço Público, Brasília, v. 51, n. 4, p. 5-59, out./dez. 2000. [texto mapa para o curso]

ALVIM, Angélica Tanus Benatti; CASTRO, Luiz Guilherme Rivera de (orgs). Avaliação de Políticas Urbanas: contexto e perspectivas. São Paulo, Mackenzie. 2010

BANCO MUNDIAL, Monitoring and Evaluation (M&E): Some Tools, Methods and Approaches.Washington, D.C: 2004. Disponível no site: http://www.worldbank.org/ieg/ecd/tools/

BARREIRA, M.C.R.N. e CARVALHO. M.C.B. (orgs.). Tendências e perspectivas na avaliação de políticas e programas sociais. São Paulo, IEE/PUC-SP, 2001

BRASIL – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – Indicadores de programa: guia metodológico. Brasília: MPOG, 2010

CLAD (2000). La Responsabilización en la Nueva Gestión Pública Latinoamericana. CLAD. BID. Eudeba. Buenos Aires.

FARIA, Carlos A. P. A Política da Avaliação de Políticas Públicas. Revista Brasileira de Ciências Sociais, Vol. 20, nº. 59 outubro. 2005

JANUZZI, Paulo de Martino. (2011). A importância dos indicadores na elaboração de diagnósticos para o planejamento do setor público. In: Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP. Indicadores de Desempenho em Segurança Pública. Coleção Segurança com Cidadania. Ministério da Justiça

LEVY, E. (1999). Controle social e controle de resultados – um balanço dos argumentos e da experiência recente. in BRESSER PEREIRA, L C e Cunill Grau, Nuria. O público não-estatal na reforma do Estado. Editora Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro

MARTINS, Humberto F. Sistema de Monitoramento do Plano Plurianual; Sistema de Monitoramento de Metas Presidenciais; Sistema de Monitoramento e Avaliação de Políticas e Programas Sociais; Sistema de Avaliação Externa de Programas Governamentais – Brasil. Washington: Banco Mundial; CLAD, 2007. Disponível em http://www.clad.org/siare_isis/innotend/evaluacion/brasil.pdf, acesso em 02/02/2011.

PATTON, Michael Quinn. Qualitative Research & Evaluation Methods. 3rd edition. SAGE Publications, 2001

SILVA, Pedro Luiz Barros. A Avaliação de programas públicos: reflexões sobre a experiência brasileira: relatório técnico / Pedro Luiz Barros Silva e Nilson do Rosário Costa – Brasília : Ipea, 2002. Disponível em http://www.ipea.gov.br//082/08201004.jsp?ttCD_CHAVE=2642

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WORTHEN, R. B.; SANDRES, J. R.; FITZPATRICK, J. L. Avaliação de programas: concepções e práticas. Tradução Dinah de Abreu Azevedo. São Paulo: Gente, 2004.

 

2. Administração Pública e Políticas Públicas

Ementa:

Fundamentos da administração pública. Teorias da Administração e Administração Pública: Administração científica, Escola das Relações Humanas, Abordagem Sociotécnica. A dimensão pública da Administração. Estado, burocracia e política. Administração Pública no Brasil. Reforma do Estado. Políticas e práticas de gestão pública e a promoção de cidadania. Administração Pública, Políticas Públicas e a dimensão do lugar. Tendências contemporâneas em administração pública: novas estruturas organizacionais, transversalidade e complexidades.

Docentes:

Gabriela Lotta, Lúcio Bittencourt, Beni Trojbicz

No. de Créditos:

9 créditos

Bibliografia:

BRESSER PEREIRA, L.C. & SPINK, P.K. (org) A Reforma do Estado e a Administração Pública Gerencial. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1999.

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3. Políticas Sociais

Ementa:

Cidadania, classe social e bem-estar. Regimes de bem-estar social.  Estado, mercado e família. Mercantilização e desmercantilização. Política social e precariado. A produção e a provisão de serviços públicos na área social. Política social na América Latina. Crise e reforma do Estado desenvolvimentista latino-americano. Políticas sociais no Brasil. Seguridade Social. Política de assistência e transferência de renda. Economia política das reformas previdenciárias. Política de saúde. Política habitacional. Política Educacional. Políticas de ações afirmativas.

Docentes:

Sidney Jard, Vera Coelho Schattan, Salomão Ximenes

No. de Créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ARRETCHE, M. (2000). “O SUS e a municipalização da política nacional de atenção à saúde”. In M Arretche; Estado Federativo e Políticas Sociais. Rio de Janeiro: Ed Revan.

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4. Burocracia e Instituições Burocráticas

Ementa:

Principais teorias da burocracia em perspectiva histórica; atores e organizações burocráticas e seus impactos nas políticas públicas; redes e relações entre a política e a burocracia no processo de definição e implementação das políticas públicas; estratos burocráticos; relação entre atores burocráticos, atores sociais e do mercado na produção de políticas públicas.

Docentes:

Gabriela Spanghero Lotta; Vanessa Elias de Oliveira

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ABERBACH, Joel, PUTNAM, Robert & ROCKMAN, Bert (1981). Bureaucrats and politicians in Western Democracies. Harvard University Press. Cambridge (Introdução, capítulos 4 e 6).

ABRUCIO, Fernando; LOUREIRO, Maria Rita; PACHECO Regina (Org.). Burocracia e política no Brasil: desafio para o Estado democrático no século XXI. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getulio Vargas, 2010.

CARDOSO JR., José Celso (Org.). Burocracia e ocupação no setor público brasileiro. Brasília: Ipea, 2011. cap. 3.

CAVALCANTE, P e LOTTA, G. Burocracia de Médio Escalão. ENAP, 2015.

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PETERS, B. Guy; PIERRE, Jon (eds.). The SAGE Handbook of Public Administration. London: Sage, 2012.

PRESSMAN, Jeffrey & WILDAVSKY, Aaron (1984). Implementation: how the expectations in Washington are dashed in Oakland. Berkley, University of California. Terceira Edição (incluindo novos textos de Wildavsky).

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SELZNICK, Philip (1943). An Approach to a Theory of Bureaucracy. American Sociological Review, Vol. 8, No. 1 (Feb., 1943), pp. 47-54.

WEBER, Max (1993). Parlamento e Governo na Alemanha reordenada: crítica política do funcionalismo e da natureza dos partidos. Petrópolis, Rio de Janeiro: Editora Vozes, p. 7-38.

WILSON, Woodrow (2005/1887). O Estudo da Administração. Revista do Serviço Público. Brasília, 56 (3): 349-366. Jul/Set

 

5. Tópicos especiais linha I: Análise e Gestão de Políticas Públicas

Aborda temas atuais relativos a linha I do programa, Análise e Gestão de Políticas Públicas. Em complementação às disciplinas eletivas ofertadas de forma contínua, em tópicos especiais temas emergentes relativos ao amplo campo da linha I devem ser abordadas, podendo futuramente ser transformadas em disciplinas contínuas. Além disso, a disciplina permite acolher as pesquisas atuais dos pesquisadores e grupos de pesquisa vinculados a esta linha e inseri-las no ensino de pós-graduação.

 

Disciplinas Eletivas Linha II

 

1. Instituições Participativas, Ação Coletiva e Políticas Públicas

Ementa:

Estudo das principais abordagens da temática da participação social e ações coletivas dos indivíduos e grupos em esferas pública, tanto na sociedade civil e na sociedade política. Estudo das principais teorias das ações coletivas segundo correntes paradigmáticas, autores, conceitos e categorias, na área das ciências sociais, especialmente no campo da ciência política. Aborda-se também as relações entre diferentes modalidades de ações coletivas civis e suas interações com instituições e estruturas públicas. A disciplina objetiva criar condições para que o exame das relações desenvolvidas nas ações coletivas ultrapasse o nível da identificação empírica e normativa, apreendendo conceitos e categorias que dão suporte à análise daquelas ações. Visa contribuir para a compreensão ampla dos processos envolvidos na temática da participação da sociedade civil, tanto em formas autônomas como em parceria com o poder público, via políticas públicas. Objetiva fornecer ferramentas teórico-metodológicas para o desenvolvimento das pesquisas científicas a respeito.

Docentes:

Maria da Glória Gohn, Vera Schattan Pereira Coelho e Lucio Nagib Bittencourt

No. de Créditos:

9 créditos

Bibliografia:

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

CASTELLS, M. Redes de Indignação e de esperança: Movimentos sociais na era global. Rio de Janeiro, Zahar. 2013.

Coelho VS; Ferraz A; Fanti F e Ribeiro M (2010). “Mobilização e Participação: um estudo sobre as dinâmicas de conselhos de saúde da cidade de São Paulo”. In: L. Avritzer. ed. A Dinâmica da Participação Social no Brasil; pp:366-393. Cortez Editora. São Paulo.

Cornwall A and Vera S Coelho (2007). “Spaces for change? The Politics of Participation in New Democratic Arenas”. Spaces for change? Zed Books. Londres.

DIANI, Mário and MacAdam Doug.(Edts).Social movements and networks: Relational approaches to collective actions. Oxford, Oxford University Press, 2003

DELLA PORTA, Donatella, O movimento por uma nova globalização. S.Paulo, Ed. Loyola, 2007.

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GOHN, M G. Manifestações e Protestos no Brasil: Correntes e Contra-Correntes na Atualidade. SP, Ed Cortez ,2017

GOHN, Maria da Glória. Manifestações de Junho de 2013 no Brasil e Praça dos Indignados no Mundo. 2ª ed Petrópolis, Vozes, 2015

GOHN, Maria da Glória. Movimentos e lutas sociais na História do Brasil. 6aed. São Paulo: Loyola.2011

GOHN, Maria da Glória Movimentos sociais e redes de mobilizações civis no Brasil contemporâneo. 7ª ed. Petrópolis, Vozes, 2013

GOHN, Maria da Glória Teorias dos movimentos sociais. Paradigmas clássicos e contemporâneos. 12ª Ed. São Paulo. Ed. Loyola, 2017

GOHN, Maria da Glória Novas teorias dos movimentos sociais. 5ª Ed.São Paulo: Loyola, 2014.

HONNETH, Axel. Luta por reconhecimento. A gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo: Editora 34, 2003.

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OLSON, Mancur. A lógica da ação coletiva. São Paulo, EDUSP, 1999

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—————-“ Movimentos sociais como política. Revista Brasileira de Ciência Política, no3, Brasília, jan-julho de 2010, p-133-160. (Primeiro capítulo da obra: Social Movements 1768-2004). Boulder/London. Paradigm Publishers, 2004

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———. Podremos vivir juntos? Buenos Aires, Fondo de Cultura Económica, 1997.

———. Un nouveau paradigme. Paris, Fayard, 2005.

———. O mundo das mulheres. Petrópolis, Vozes, 2007

 

2. Instituições Judiciais e Políticas Públicas

Ementa:

Separação de poderes, constitucionalismo e democracia. Análise das diferentes instituições judiciais brasileiras: Poder Judiciário e seus Tribunais, Ministério Público, Defensoria Pública e Advocacia. Como as instituições judiciais afetam as diferentes políticas públicas, em suas várias fases: agenda e processo decisório, implementação e avaliação. “Judicialização”, litígio estratégico e controle de constitucionalidade em políticas públicas. Instrumentos de processo civil e seus usos em políticas públicas.

Docentes:

Salomão Ximenes, Vanessa Elias de Oliveira, Vitor Marchetti

No. de Créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ARANTES, Rogério B. “Judiciário: entre a Justiça e a Política” In: Lucia Avelar; Antônio Octavio Cintra. (Org.). Sistema Político Brasileiro: uma introdução. 2a ed. Rio de Janeiro; São Paulo: F. Konrad Adenauer, Editora UNESP, 2007, p. 81-115.

ARANTES, Rogério B. Judiciário e Política no Brasil. São Paulo: Idesp/Sumaré, Educ, 1997.

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VIEIRA, Oscar Vilhena. “Supremocracia”. Revista Direito GV, v.8. p 441-463, Jul-Dez de 2008.

 

3. Federalismo, Descentralização e Poder Local

Ementa:

Federalismo, definição e algumas abordagens; evolução do federalismo brasileiro; descentralização e centralização no federalismo brasileiro; relações intergovernamentais e a questão regional; poder local e autonomia municipal; coordenação intermunicipal e a gestão local de políticas públicas.

Docentes:

Vanessa Elias de Oliveira, Beni Trojbicz, Gabriela Lotta

No. de Créditos:

9 créditos

Bibliografia:

ABRUCIO, F.L.; SANO, H.; SYDOW, C.T. “Radiografia do associativismo territorial brasileiro: tendências, desafios e impactos sobre as regiões metropolitanas”. In: KLINK, J. (Org.). Governança das metrópoles: conceitos, experiências, perspectivas. São Paulo: Annablume, 2010.

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4. Estado e Instituições Políticas

Ementa:

Instituições formais na democracia; A relação entre instituições e atores políticos; Sistema eleitoral e partidário; A organização do processo legislativo; Efeitos da estrutura institucional na formação de políticas.

Docentes:

Vitor Emanuel Marchetti Ferraz Junior, Ivan Fernandes, Vanessa Elias de Oliveira

No. de créditos:

9 créditos

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5. Governança e redes de políticas públicas

Ementa:

Globalização e transformação do Estado na sociedade em rede; Abordagens e conceitos teóricos sobre governança e redes de políticas públicas: tipos, escalas, atores e arranjos institucionais; Redes e accountability democrática; neo-institucionalismo e a abordagem das redes; Mapeamento e análise de redes sociais e sua aplicação às políticas públicas: aspectos conceituais e metodológicos; Federalismo, coordenação intergovernamental e governança multinível.

 

Docentes:        Klaus Frey, Gabriela Spanghero Lotta

No. de créditos:          9 créditos

 

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6. Tópicos especiais linha II: Instituições, Sociedade e Governança Democrática

Aborda temas atuais relativos à linha II do programa, Instituições, Sociedade e Governança Democrática. Em complementação às disciplinas eletivas ofertadas de forma contínua, em tópicos especiais temas emergentes relativos ao amplo campo da linha II devem ser abordados, podendo futuramente ser transformadas em disciplinas contínuas. Além disso, a disciplina permite acolher as pesquisas atuais dos pesquisadores e grupos de pesquisa vinculados a esta linha e inseri-las no ensino de pós-graduação.

 

 

Disciplinas Linha III

1. Análise Comparada de Políticas Públicas

Ementa:

Método comparativo na análise de políticas públicas; coalizões sociais, instituições e ideias como determinantes de políticas públicas; mercado de trabalho, previdência social, assistência social, saúde, educação e imigração em perspectiva comparada.

Docentes:

Diego Sanches Corrêa, Vera Coelho Schattan e Beni Trojbicz

No. de créditos:

9

Bibliografia:

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2. Regimes e instituições políticas em perspectiva comparada

Ementa:

Discussão avançada de abordagens teóricas e metodológicas que orientam o debate em política comparada. Análise dos regimes políticos no mundo desenvolvido e em desenvolvimento, formação e consequências; variações de democracias, enfocando a relação entre instituições e atores. Relação entre democracia e desenvolvimento; formas de governo: parlamentarismo e presidencialismo; relações executivo-legislativo; sistemas eleitorais e eleições; sistemas partidários; federalismo; poder judiciário; estado de bem estar social.

Docentes:

Ivan Fernandes, Diego Sanches Corrêa, Beni Trojbicz

No. de créditos:

9

Bibliografia:

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3. Desenvolvimento e políticas públicas

Ementa:

I – A Perspectiva Histórica: O capitalismo originário. Os países de desenvolvimento tardio. II – Teorias do desenvolvimento: Teoria da modernização, CEPAL e teoria da dependência. Consenso de Washington e crítica institucional. III – Modelo teórico: desenvolvimento e políticas públicas: Desenvolvimento social. Variedades de capitalismo. IV – Experiências de desenvolvimento. O caso brasileiro – desenvolvimento e estagnação. Desenvolvimento no Mundo Asiático. Desenvolvimento com base em riquezas naturais. O incrível caso dos Estados Unidos. Política Industrial – do Século XX ao XXI: a nova economia do conhecimento.

Docentes:

Beni Trojbicz, Ivan Fernandes, Pedro Chadarevian

No. de créditos:

9 créditos

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4. Conflitos intra-estatais e transnacionais e violência

Ementa:

Este é um curso introdutório que pretende abordar a violência, em geral, e a guerra civil, em particular, no âmbito da política comparada. Serão discutidos diferentes métodos de pesquisa na área, aprofundando-se no método quantitativo. Analisaremos, possivelmente, conceitos e definições, modelos e mecanismos da eclosão desse tipo de conflito; sistemas políticos e situação econômica propícios para o início da violência; conflito étnico e revolucionário, além de outros tópicos de interesse. O curso tem por objetivo analisar as diferenças e semelhanças de um fenômeno político (violência) específico que ocorre no interior de um mesmo país ou região. Ele aborda a guerra civil em países diversos, e a violência rural no Brasil.

Docentes:

Artur Zimerman; Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

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Zimerman, Artur, Peguem a foice e vamos à luta: Questões agrárias como determinantes do início de guerras civis, 1969-1997, Tese de doutoramento, FFLCH/USP, 2006;

 

5. Tópicos especiais linha III: Políticas Públicas em Perspectiva Internacional

Aborda temas atuais relativos a linha III do programa, Políticas Públicas em Perspectiva Internacional. Em complementação às disciplinas eletivas ofertadas de forma contínua, em tópicos especiais temas emergentes relativos ao amplo campo da linha III devem ser abordados, podendo futuramente ser transformadas em disciplinas contínuas. Além disso, a disciplina permite acolher as pesquisas atuais dos pesquisadores e grupos de pesquisa vinculados a esta linha e inseri-las no ensino de pós-graduação.

Disciplinas Transversais

 

1. Tópicos contemporâneos em políticas públicas (disciplina ministrada em inglês)

Ementa:

Nesta disciplina que será ministrada em inglês pretendemos ler e discutir artigos e livros científicas sobre assuntos atuais recém-lançados relacionados a políticas públicas. Pretende-se levar em consideração os interesses e as necessidades acadêmicas de nossos estudantes de pós-graduação e dos projetos de pesquisa em andamento no programa. A disciplina é concebida também como um meio para apoiar um processo permanente de atualização do programa de pós-graduação em si, isto é, tanto para os estudantes quanto os docentes. Esperamos poder contar com a participação de estudantes estrangeiros e, desta maneira, consideramos a disciplina com parte de uma estratégia de internacionalização do programa, estimulando estudantes e professores para atividades de cooperação internacional.

Docentes:

Artur Zimerman; Klaus Frey, Diego Corrêa

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

Sendo esta disciplina baseada na leitura de livros e artigos científicos recém-lançados, a bibliografia será definida para cada período letivo em que a disciplina será ofertada.

2. Tópicos Especiais em Metodologia de Pesquisa

Ementa:

Aborda temas atuais ou aprofunda métodos de pesquisa na área de políticas públicas. Em complementação às disciplinas obrigatórias de métodos quantitativos e qualitativos, podem ser aprofundados métodos específicos ou sua aplicação em projetos de pesquisa em andamento no programa.

Docentes:

Diego, Ivan Filipe de Almeida Lopes Fernandes, Artur, Maria da Glória

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

A bibliografia será escolhida em acordo com os aspectos metodológicos específicos tratados na disciplina, sempre quando ofertada.

 

3. Políticas públicas no Brasil (disciplina ministrada em inglês)

Ementa:

Política e sociedade no Brasil; sistema político e instituições; partidos políticos e sistema eleitoral; federalismo e relações intergovernamental; governança; democracia e participação; O Brasil na nova ordem mundial global; políticas públicas e sociais. Esta disciplina visa primordialmente atrair estudantes internacionais de levar a cabo suas atividades de pesquisa em nosso programa de pós-graduação e de fortalecer as relações internacionais com programas semelhantes no exterior. Entretanto, a disciplina está também aberta para estudantes brasileiras, sendo portanto concebida como espaço acadêmico interativo de aprendizagem e pesquisa e de encontro entre estudantes estrangeiros e brasileiros. O objetivo é familiarizar os alunos estrangeiros com os padrões de políticas públicas no Brasil e, simultaneamente, preparar os alunos brasileiras para atividades de pesquisa fora do país.

Docentes:

Diego Sanches Corrêa; Gabriela Spanghero Lotta; Adalberto Mantovani Martiniano de Azevedo

No. de créditos:

9 créditos

Bibliografia:

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