Disciplinas PGPP

Composição dos créditos das disciplinas

04 Disciplinas obrigatórias: 36 créditos (cada disciplina corresponde a 9 créditos com 3 horas de duração) – Carga Horária Disciplinas Obrigatórias: 144 horas

02 Disciplinas eletivas: 18 créditos (cada disciplina corresponde a 9 créditos com 3 horas de duração) – Carga horária disciplinas eletivas: 72 horas

Total de créditos de disciplinas: 54

– Elaboração de Dissertação: 48 créditos
Vale ressaltar que a UFABC adota o sistema quadrimestral, permitindo que o aluno cumpra a carga exigida de disciplinas (obrigatórias e eletivas) pelo programa no decorrer do primeiro ano de ingresso no mestrado.

Disciplinas obrigatórias
As disciplinas do núcleo comum proporcionam os instrumentos para identificar e estabelecer uma análise crítica das abordagens teóricas e metodológicas, dos diferentes mecanismos de atuação dos atores sociais e das instituições políticas envolvidos na produção de políticas públicas.

1 – Democracia, Ação Coletiva e Governança
Concepções contemporâneas sobre democracia; Fundamentos teóricos e desafios empíricos; Ação coletiva e o dilema dos bens públicos; A nova cidadania e os movimentos sociais; Arranjos de governança e participação pública; Redes de políticas públicas; Colaboração de novos atores na elaboração e implementação de políticas públicas.
Docentes: Klaus Frey; Artur Zimerman
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
BEVIR, M. The SAGE Handbook of Governance, London: Sage, 2011.
DIAMOND, L; PLATTNER, M.F. (Eds.) Democracy: A Reader. Baltimore: The John Hopkins University Press, 2009, p.1-400.
DIANI, Mario (Editor), McADAM, Doug (Editors) Social Movements and Networks: Relational Approaches to Collective Action (Comparative Politics). Oxford: Oxford University Press, 2003.
DOWNS, A. An Economic Theory of Democracy. New York: Harper and Row, 1957.
DRYZEK, John; DUNLEAVY, Patrick. Theories of the Democratic State. Houndsmill:
Palgrave, 2009.
GOODWIN, Jeff, JASPER, James M. Jasper (Editors).The Social Movements Reader:
Cases and Concepts (Blackwell Readers in Sociology), Malden, USA: Blackwell, 2009.
HAY, Colin; LISTER, Michael; MARSH, David (eds.). The State: Theories and Issues
(Political Analysis, Houndsmill: Palgrave, 2006.
MUNCK, G.L. Measuring Democracy: A bridge between scholarship & politics. Baltimore:
The John Hopkins University Press, 2009, pp.1-178;
LEVI-FAUR, David (ed.). The Oxford Handbook of Governance. Oxford: Oxford University
Press, 2012.
OLSON, M. A Lógica da Ação Coletiva: Os benefícios públicos e uma teoria dos grupos
sociais. USP. São Paulo. 1999.
OSBORNE, S. P., Ed. (2010). Emerging perspectives on the theory and practice of public
governance. London, New York, Routledge.
PRZEWOSKI, Adam, Democracy and the limits of self-government, Cambridge University
Press, 2010.
SKOCPOL, T. Social Revolutions in the modern world. NY: Cambridge University Press,
1997, pp.1-354.
SCHERER-WARREN, Ilse. Redes emancipatórias – nas lutas contra a exclusão e por
direitos humanos. Curitiba: APPRIS, 2012.
SMITH, B. C. (2007). Good governance and development. Houndsmills / New York, Palgrave
MacMillan.
SØRENSEN, E. and J. TORFING, Eds. (2008). Theories of democratic network governance.
Houndmills, New York, Palgrave MacMillan.
TORFING, Jacob; PETERS, B. Guy; PIERRE, Jon; and SØRENSEN, Eva (eds.). Interactive
governance: advancing the paradigm. Oxford: Oxford University Press, 2012.

2 – Análise de Políticas Públicas
Conceituação de políticas públicas; Tipologia de políticas públicas; Atores governamentais e não governamentais; O processo de políticas públicas: agenda, formulação, implementação e avaliação; Instituições e políticas públicas: constrangimentos institucionais e coordenação intra e intergovernamental.
Docentes: Vanessa Elias de Oliveira; Sidney Jard da Silva, Adalberto Mantovani Martiniano de Azevedo
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
BARDACH, Eugene. A practical guide for Policy Analysis: the eightfold path to more effective problem solving. Los Angeles: SAGE/COPRESS, 2012. 4 ed.
CAHN, Matthew A. and THEODOULOU, Stella Z. Public policy: the essential readings.
Prentice Hall, Upper Saddle River, New Jersey, 1995.
COBB, Roger W. and ELDER, Charles D. Issues and agendas. In: THEODOULOU, Stella
and CAHN, Matthew A. Public policy: the essential readings. Upper Saddle River, NJ,
Prentice Hall, 1995.
EVANS, Peter, RUESCHEMEYER, Dietrich e SKOCPOL, Theda. Bringing the State
back in. New York, Cambridge University Press, 1997.
FARIA, Carlos A. P (org). Implementação de Políticas Públicas – Teoria e Prática.
Editora PUC Minas, Belo Horizonte, 2012.
GRINDLE, S. Marilee. Public choices and policy change. Baltimore, Maryland, The Johns
Hopkins University Press, 1991.
HILL, M. e HUPE, P. Implementing public policy. (2009) London: Sage Pub.
HOCHMAN, Gilberto, ARRETCHE, Marta e MARQUES, Eduardo (org.). Políticas Públicas
no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2008.
THEODOULOU, Stella Z. and CAHN, Matthew A. Public policy: the essential readings.
Upper Saddle River, NJ, Prentice Hall, 1995.
LINDBLOM, Charles. O processo de decisão política. Brasília, Ed. Universidade de Brasília,
1981.
LOWI, Theodore J. Four systems of policy, politics and choice. Public Administration Review, July/August. 1972
MORAN, Michael, REIN, Martin e GOODIN, Robert E. (ed.). The Oxford Handbook of Public
Policy. Oxford University Press: New York, 2008.
PETERS, G e PIERRE, J (org). Administração Pública – coletânea. ENAP e Editora
UNESP, Brasília, DF, 2010.
SARAVIA, Enrique e FERRAREZI, Elisabete (org.). Políticas públicas: coletânea. Brasília:
ENAP, 2006. 2 vol.

3 – Metodologia de Pesquisa
Reflexão da relevância dos métodos de pesquisa para o trabalho científico na pósgraduação; Foco na interdisciplinaridade do campo de conhecimento das ciências humanas e sociais e sua aplicação na área de políticas públicas; Apresentação de técnicas variadas; Sistematização de dados; Estudos de caso vs. análise quantitativa e qualitativa.
Docentes: Artur Zimerman; Marcos Vinicius Pó; Sérgio Rodrigo Marchiori Praça
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia
BABBIE, Earl R. Survey Research Methods. Belmont, CA: Wadsworth, 1973.
BRADY, Henry E.; Collier, David (eds.). Rethinking social inquiry: Diverse tools, shared
standards. Lanham, MD: Roman & Littlefield, 2004.
FERNANDES A.; GUIMARÃES, F. R.; BRASILEIRO, M. do C. E. (Org.). O Fio que Une as
pedras: a pesquisa interdisciplinar na pós-graduação. São Paulo: Editora Biruta Ltda., 2002.
GEDDES, Barbara. “How the cases you chose affect the answers you get: Selection bias in
comparative politics”. Political analysis, 2, 1990. pp. l3l-150.
GERRING, J. “What is a case-study and what is it good for? The American Political Science
Review, Vol. 98, No. 2 (May, 2004), pp. 341-354.
ECKSTEIN, H. “Case-study and theory in Political Science” IN: GOMM, R; HAMMERSLEY,
M; FOSTER, P. (eds.) Case Study Method. Sage Publications Ltd., 2000, pp.79-127.
JUDD, Charles M.; SMITH, Eliot R.; KIDDER, Louise H. Research methods in social relation.
W.B.Saunders Publisher, 1991.
KING, Gary; KEHOANE, Robert O.; VERBA, Sidney. Designing social inquiry: Scientific
inference in qualitative research. Princeton University Press, 1994.
PEREIRA, J.C.R. Análise de Dados Qualitativos: Estratégias Metodológicas para as ciências
da saúde, humanas e sociais. Edusp, 2001.
WOODRUN, Eric. “‘Mainstreaming’ content analysis in social science”. Social Science
Research, l3, 1984, pp. l-19.

4 – Seminário de Pesquisa
Trabalho conjunto dos alunos na formação de um projeto de pesquisa final, com abordagem crítica, para posterior redação de dissertação a ser desenvolvida no decorrer dos estudos de pós-graduação. Discussão da literatura. Problema de pesquisa. Hipóteses. Objetivos. Métodos.
Docentes: Artur Zimerman; Sidney Jard da Silva; Adalberto Mantovani Martiniano de Azevedo
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia
BABBIE, E. R. Survey Research Methods. Belmont, CA: Wadsworth, 1973.
FERNANDES A.; GUIMARÃES, F. R.; BRASILEIRO, M. do C. E. (Org.). O Fio que Une as
pedras: a pesquisa interdisciplinar na pós-graduação. São Paulo: Editora Biruta Ltda., 2002.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. Editora Atlas, 2002.
KING, G.; KEHOANE, R. O.; VERBA, S. Designing social inquiry: Scientific inference in
qualitative research. Princeton University Press, 1994.
STEWART, D. W. Secondary research: Information sources and methods. Beverly Hills, CA:
Sage, 1984.

Disciplinas Eletivas

1 – Tópicos especiais em políticas públicas
Aborda temas atuais relativos a políticas públicas específicas ou que apresentam uma
peculiar relevância para a formulação e implementação de políticas públicas relacionadas ou não ao caso brasileiro. Em complementação às disciplinas eletivas que representam uma oferta contínua de certos conteúdos considerados fundamentais para um curso de políticas públicas, esta disciplina permite sobretudo acolher as pesquisas atuais dos grupos de pesquisa do programa e inseri-las no ensino de pós-graduação.
Docentes: Gabriela Spanghero Lotta; Vitor Emanuel Marchetti Ferraz Junior,
Sérgio Rodrigo Marchiori Praça
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
A bibliografia será escolhida em acordo com o tema específico tratado na disciplina.

2 – Poder Local e Políticas Públicas
I. Federalismo, descentralização e autonomia municipal: O desenvolvimento histórico da
autonomia municipal; Descentralização e o dilema das autonomias política, financeira e
administrativa; A dimensão territorial da autonomia municipal; Relações intergovernamentais em políticas públicas; Coordenação intermunicipal e a gestão local de políticas públicas: consórcios públicos e governança metropolitana e regional; II. Atores, instituições e processos: Atores da política local e suas relações: governo local, Câmara Municipal e sociedade civil; Cultura e práticas da política local; Do governo à governança local?
Docentes: Klaus Frey; Vanessa Elias de Oliveira
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
ACSELRAD, Henri. Território, localismo e política de escalas. In. Acselrad, Henri et al.
Cidade, ambiente e política. Problematizando a Agenda 21 local. Rio de Janeiro: Garamond, 2006, p. 13-32.
ANDREW, Caroline; GOLDSMITH, Michael. (1998). From Local Government to Local
Governance – and Beyond? International Political Science Review, 19(2), 101-117.
ASHFORD, D. Theories of Local Government. Some comparative considerations.
Comparative Political Studies, vol.8, n.1, April 1975.
BRANDÃO, Carlos Antônio (2011). Descentralização enquanto modo de ordenamento
espacial do poder e de reescalonamento territorial do Estado: trajetória e desafios para o
Brasil. In DALLABRIDA, V. R. (Ed.), Governança territorial e desenvolvimento:
descentralização político-administrativa, estruturas subnacionais de gestão do
desenvolvimento e capacidades estatais (pp. 115-135). Rio de Janeiro: Garamond.
DAHL, R. Who governs? Democracy and Power in an American City. Yale University Press,
1961.
DANIEL, Celso. (1988). Poder local no Brasil urbano. Espaço & Debates, 8(24), 26-39.
DAVIES, Jonathan S., & IMBROSCIO, David L. (Eds.). (2009). Theories of Urban Politics (2
ed.): Sage.
FREY, Klaus. (2000). Descentralização e poder local em Alexis de Tocqueville. Revista de
Sociologia e Política, 15, 83-96.
GOSS, Sue. Making Local Governance work, Houndsmills, Basingstoke, Hampshire and
New York: Palgrave, 2001.
HAUS, Michael, HEINELT, Hubert, & STEWART, Murray (Eds.). (2005). Urban governance
and democracy: Leadership and community involvement. London, New York: Routledge.
MARICATO, Ermínia. (2011). O impasse da política urbana no Brasil. Petrópolis: Vozes.
PETERSON, P. City Limits. University of Chicago Press, 1981.
SILVA, Márcia da. (2009). Estado e poder local: ensaio teórico sobre estudos no Brasil.
Revista Bibliográfica de Geografía y Ciencias Sociales, XIV(841), 1-14.
SMITH, K.; GREENBLATT, A.; MARIANI, M. Governing States and Localities. CQ Press
College, 3rd edition, 2010.

STOKER, Gerry. (2011). Was local governance such a good idea? A global comparative perspective. Public Administration, 89(1), 15-31.

TAYLOR, Marilyn. (2003). Public Policy in the Community. New York: Palgrave MacMillan.
STOKER, Gerry. (2008). Comparative local governance. In R. A. W. Rhodes, S. A. Binder &
B. A. Rockman (Eds.), The Oxford Handbook of Political Institutions (pp. 495-513). Oxford,
New York: Oxford University Press.
VAINER, Carlos B. (2002). As escalas do poder e o poder das escalas: o que pode o poder
local? Cadernos IPPUR, Ano XV e XVI.

3 – Políticas Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I)
Modelos de explicação do funcionamento de sistemas de C,T&I; Política industrial e política
de C,T&I; Evolução do sistema dos países centrais e dos emergentes; Sistema Brasileiro;
Instrumentos para elaboração, execução e avaliação de políticas públicas de C,T&I.
Docente: Adalberto Mantovani Martiniano de Azevedo, Simone Diniz
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
ARTHUR, B.A.(2007) The structure of invention. Research Policy, v. 36
BASTOS, M.I. & COOPER, C. (1995) Politics of technology in Latin America, London,
Routledge, UNU.
CALLON, M. (1994) “Is science a public good?” Science Technology and HumanValues,
v.19, , n.4, 1994.
DOSI, G. (1988) The nature of innovative process. In: G. Dosi, C. Freeman, R. Nelson, G.
Silverberg and L. Soete (Ed.) Technical Change and Economic Theory, Pinter Publisher,
London & New York, pp. 221-238.
ERBER, F. & AMARAL, L. (1995), Os centros de pesquisa das empresas estatais: um
estudo de três casos. In SCHWARTZMAN, S. (coord.) et alii Ciência e tecnologia no Brasil:
política industrial, mercado de trabalho e instituições de apoio. Editora FGV, RJ, p. 333-371
FRANSMAN, M. (1986) Technology and Economic Development, Wheatshead Books,
Great Britain.
GODIN, B. (2006), The Linear Model of Innovation. The Historical Construction of an
Analytical Framework. Science, Technology & Human Values, vol. 31, nº 6, pp. 639-667.
KATZ, J. (1999) Reformas Estructurales y Comportamiento Tecnológico: reflexiones en
torno a las fuentes y naturaleza del cambio tecnológico en América Latina en los años
noventa, CEPAL, Serie Reformas Económicas 13, Santiago de Chile.
KIM, L. (1999), “Building Technological Capability for Industrialization: Analytical Frameworks and Korea’s Experience”, in Industrial and Corporate Change, Vol. 8, n. 1, p. 111-136
LALL, S. (1994) “Industrial policy: The role of government in promoting industrial and
technological development” in UNCTAD Review 1994, United Nations, New York and
Geneva, p. 65-89.
MOREL, R.L. M. (1979), Ciência e Estado, a política científica no Brasil, T.ª Queiroz, São
Paulo.
OCDE (1995). National systems for financing innovation. Paris: OCDE, 120 p.
OCDE (2004), Manual de Oslo. Proposta de Diretrizes para Coleta e Interpretação de Dados
sobre Inovação Tecnológica. Finep/OCDE. 136 p.
PACHECO, C. A.; CORDER, S. (2010) Mapeamento institucional e de medidas de política
com impacto sobre a inovação produtiva e a diversificação das exportações. Chile: CEPAL,
março 2010 (Documento de Proyecto).
TIGRE, P.B., CASSIOLATO, J.E., SZAPIRO, M. H. de S. e FERRAZ, J.C. (2000) “Mudanças
Institucionais e Tecnologia: Impactos da Liberalização sobre o Sistema Nacional de
Inovações”, in R. Baumannn (org.) Brasil – Uma Década de Transição, CEPAL e Ed.
Campus, Rio de Janeiro.

4 – Conflito Social e Violência
A lógica da violência política; Relação entre conflito e violência; Abordagem interdisciplinar da teoria clássica e contemporânea sobre a temática proposta; Pressupostos culturais das causas de conflito violento; Tipos variados de conflito: violência doméstica, sexual, criminal, guerra, genocídio e terrorismo; Políticas de segurança pública.
Docente: Artur Zimerman
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
Abrahms, Max (2008). “What Terrorists Really Want: Terrorist Motives and Counterterrorism Strategy.” International Security 32:78-105.
Anderson, Kristin and Debra Umberson (2001). “Gendering Violence: Masculinity and Power in Men’s Accounts of Domestic Violence.” Gender & Society 15:358-80.
BEATO FILHO, Cláudio C. “Políticas públicas de segurança e a questão policial”. SP: São
Paulo em Perspectiva, 13(4), 1999.
Berkowitz, Leonard (1989). “Frustration-Aggression Hypothesis: Examination and
Reformulation.” Psychological Bulletin 106:59-73.
Blau, Judith and Peter Blau (1982). “The Cost of Inequality: Metropolitan Structure and
Violent Crime.” American Sociological Review 47:114-129.
Briceno-Leon, Roberto and Veronica Zubillaga (2002). “Violence and Globalization in Latin
America.” Current Sociology 19-37.
Coser, Lewis (1967). Continuities in the Study of Social Conflict. New York: The Free Press.
Coser, Lewis (1956). The Functions of Social Conflict. New York: The Free Press.
Fearon, James (1995). “Rationalist Explanations for War.” International Org. 49:379-414.
Gurr, Ted (1970). Why Men Rebel. Published by Midwest Political Science Association.
Hacker, Fredrick (1976). Crusaders, Criminals, Crazies: Terror and Terrorism in Our Time.”
New York: Norton & Company. Ch. 1 (pp. 3-34).
Harff, Barbara (2003). “No Lessons Learned from the Holocaust? Assessing Risks of
Genocide and Political Mass Murder since 1955.” The American Political Science Review
97:57-73.
Huntington, Samuel (1993). “The Clash of Civilizations?” Foreign Affairs 72:22-49.
Krueger, Alan and Jitka Maleckova (2003). “Education, Poverty and Terrorism: Is there a
Causal Connection?” Journal of Economic Perspectives17:119-144.
Lorenz, Konrad (1966). On Aggression. London: Methuen & Co Ltd.
Martins, José de Souza. A sociedade vista do abismo: novos estudos sobre exclusão,
pobreza e classes sociais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.
Mason, David.Theories of revolution: The evolution of the field., Caught in the crossfire:
revolutions, repression, and the rational peasant, US: Rowman & Littlefield Pub., 2004,
pp.28-57.

Pape, Robert (2003). “The Strategic Logic of Suicide Terrorism.” American Political Science
Review 97:343-361.
Rule, James (1988). Theories of Civil Violence. Berkeley: University of California Press.
Soares, Gláucio Ary Dillon. Não matarás: Desenvolvimento, desigualdade e homicídios.
Editora FGV, 2008.
Souza, Luís Antônio Francisco de (org., 2009). Políticas de Segurança Pública no Estado de
São Paulo: Situação e Perspectivas a partir das pesquisas do Observatório de Segurança
Pública da UNESP. São Paulo: Editora UNESP.
Stoessinger, John (2005). Why Nations Go to War. Belmont, CA: Wadsworth/Thomson.
Chapter 10: (pp. 309-339).
Thornhill, Randy & Craig Palmer (2000). “Why Men Rape.” The Sciences Jan/Feb: 30-36.
Totten, Samuel; Bartrop, Paul R. (2009). The genocide studies reader. NY: Routledge.
Valentino, Benjamin (2005). Final Solutions: Mass Killing and Genocide in the 20th Century.” Ithaca: Cornell University Press.
Williams, Paul D. (Ed., 2013). Security studies: An introduction. NY: Routledge

5 – Organizações burocráticas em perspectiva comparada
Características organizacionais da burocracia e seus impactos nas políticas públicas;
Estrutura da burocracia brasileira (no nível federal, estadual e municipal) em perspectiva
comparada; Relação entre as características estruturais da burocracia, o processo de
definição e implementação das políticas públicas e a qualidade destas.
Docentes: Gabriela Spanghero Lotta; Vanessa Oliveira; Sérgio Rodrigo Marchiori
Praça
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
Abrucio, Fernando L., Pedroti, Paula e Pó, Marcos Vinicius. “A formação da burocracia
brasileira: a trajetória e o significado das reformas administrativas”. In: Loureiro, Maria Rita, Abrucio, Fernando e Pacheco, Regina (eds.). Burocracia e política no Brasil: desafios para o Estado democrático no século XXI. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2010, pp. 27-71.
Callander, Steven. “A theory of policy expertise”, Quarterly Journal of Political Science, v. 3, n. 2, 2008, p. 123-140.
Clinton, Joshua D. & Lewis, David E. “Expert opinion, agency characteristics, and agency
preferences”, Political Analysis, v. 16, n. 1, 2008, p. 3-20.
De Bonis, Daniel & Pacheco, Regina Silvia. “Nem político nem burocrata: o debate sobre o
dirigente público”, in Loureiro, Maria Rita; Abrucio, Fernando & Pacheco, Regina. (eds.)
Burocracia e política no Brasil: desafios para o Estado democrático no século XXI. Rio de
Janeiro, Ed. FGV, 2010, p. 329-362.
Evans, Peter B. Embedded autonomy: states and industrial transformation. Princeton,
Princeton University Press, 1995.
______. & Rauch, James E. “Bureaucracy and growth: a cross-national analysis of the
effects of ‘Weberian’ state structures on economic growth”, American Sociological Review, v. 64, n. 5, 1999, p. 748-765.
Geddes, Barbara. “Building ‘state’ autonomy in Brazil, 1930-1964”, Comparative Politics, v.
22, n. 2, 1990, p. 217-235.
______. Politician’s dilemma: building state capacity in Latin America. Berkeley, University of California Press, 1994.
Golden, Miriam. “Electoral connections: the effects of the personal vote on political
patronage, bureaucracy and legislation in postwar Italy”, British Journal of Political Science, v. 33, n. 2, 2003, p. 189-212.
Lewis, David. Presidents and the politics of agency design: Political insulation in the United
States government bureaucracy, 1946-1997. Stanford, Stanford University Press, 2003.
Moe, Terry. “The politics of bureaucratic structure”, in Chubb, John E. & Peterson, Paul E.
(eds.) Can the government govern? Washington D.C., Brookings Institution, 1989, p. 267-
329.
Moraes, Marcelo Viana Estevão de; Silva, Tiago Falcão; Costa, Patricia Vieira da; Pinto,
Luciano Rodrigues Maia & Moneta, Simone Tognoli Galati. “Avanços e desafios na gestão
da força de trabalho no poder executivo federal”, in Cunha, Alexandre dos Santos; Medeiros, Bernardo Abreu de & Aquino, Luseni Maria C. (eds.) Estado, Instituições e Democracia: república. Brasília, Ipea, v. 9, 2010, p. 387-411.
Oliveira, Manoel Mendes de. “Sistema de planos de carreira dos servidores civis dos
poderes da União”, Revista do Serviço Público, v. 45, n. 2, 1994, p. 171-183.
Peters, B. Guy; Pierre, Jon (eds.). The SAGE Handbook of Public Administration. London:
Sage, 2012.
Pollitt, Christopher. (2011). Not odious but onerous: comparative public administration. Public Administration, 89(1), 114-127.
Prendergast, Candice. “The limits of bureaucratic efficiency”, Journal of Political Economy, v.111, n. 5, 2003, p. 929-958.
Schneider, Ben Ross. “The career connection: a comparative analysis of bureaucratic
preferences and insulation”, Comparative Politics, v. 25, n. 3, 1993, p. 331-350.
_____. Burocracia e política industrial no Brasil. São Paulo, Ed. Sumaré, 1994.

6. Instituições Judiciais e Políticas Públicas
Instituições judiciais (Tribunais de Justiça, Ministério Público, Defensoria Pública): atuação e influência para as políticas públicas; Constitucionalismo e controle constitucional em perspectiva comparada; Judicialização da política e das relações sociais e politização da justiça; Judiciário e o jogo político-partidário; Judiciário e economia.
Docentes: Vanessa Elias de Oliveira; Vitor Emanuel Marchetti Ferraz Junior
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
ARANTES, Rogério B. Judiciário e Política no Brasil. São Paulo: Idesp/Sumaré, Educ, 1997.
ARANTES, Rogério. Ministério Público e Política no Brasil. São Paulo: Idesp/Sumaré, Educ,
2002.
CAPPELLETTI, Mauro & GARTH, Brian. Acesso à Justiça. Porto Alegre: Fabris, 1988.
CAPPELLETTI, Mauro. O controle judicial de constitucionalidade das leis no direito
comparado. Porto Alegre: Fabris, 1984.
ELSTER, J.; SLAGSTAD, R. (Orgs.). Constitucionalismo e Democracia. Fondo de Cultura
Econômica, 2001.
GINSBURG, Tom. (2003) Judicial Review in New Democracies. Constitutional Courts in
Asian Cases. Cambridge University Press.
PINHEIRO, Armando C. (Org.) Judiciário e Economia no Brasil. São Paulo: Sumaré, 2000.
SIEDER, Rachel; SCHJOLDEN, Line and ANGELL, Alan (eds.). The Judicialization of
Politics in Latin America. New York: Palgrave Macmillan, 2005.
STONE SWEET, Alec.(2000) Governing with Judges. Constitutional Politics in Europe.
Oxford University Press. Cap 2, pp 31-60.
TATE N., VALLINDER, T. (Ed.) The global expansion of Judicial Power. New York: New
York University Press, 1997.
TAYLOR, Matthew.(2008) Judging policy. Courts and Policy Reform in Democratic Brazil.
Stanford, Stanford University Press.
VIANNA, Luiz Werneck et al. A judicialização da política e das relações sociais no Brasil. Rio
de Janeiro: Revan, 1999.

7 – Administração Pública e Políticas Públicas
Fundamentos da administração pública. Estado, burocracia e política; Relação entre
Administração Pública e Políticas Públicas; Tensões entre autonomia, controle e
accountability da administração; Implementação de políticas públicas; Reforma do Estado;
Tendências contemporâneas em administração pública: novas estruturas organizacionais;
Gestão de recursos humanos; Planejamento e orçamento; Transparência e accountability;
Relacionamento com usuários; Sistemas de gestão; Agencificação; Agências reguladoras.
Professores: Gabriela Spanghero Lotta, Marcos Vinícius Pó
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
ABERBACH, J. D., PUTNAM, R. D. & ROCKMAN, B. A. (1981). Bureaucrats and politicians
in western democracies. Harvard University Press
ABERBACH, Joel D.; CHRISTENSEN, Tom. Translating Theoretical Ideas into Modern State
Reform: Economics-Inspired Reforms and Competing Models of Governance. Administration & Society 2003; 35; 491
AZEVEDO, Clovis Bueno; LOUREIRO; Maria Rita. Carreiras públicas em uma ordem
democrática: entre os modelos burocrático e gerencial. Revista do Serviço Público, Ano 54,
Número 1, Jan-Mar 2003
BRASIL, Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado (1995) Plano Diretor da
Reforma do Aparelho do Estado. Brasília: Presidência da República.
BRESSER PEREIRA, L.C. & SPINK, P.K. (org) A Reforma do Estado e a Administração
Pública Gerencial. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1999.
COSTIN, Claudia. (2010). Administração Pública. Rio de Janeiro, Elsevier.
FARAH, Marta Ferreira Santos. Administração Pública e Política Pública. Revista de
Administração Pública (RAP), v.45, p.813 – 836, 2011.
Gaetani, Francisco (2003). “As iniciativas de políticas de gestão pública do governo Lula”.
ResPvblica nº 3, pp.104-138. Brasília.
LAPSLEY, Irvine. The NPM Agenda: Back To The Future. Financial Accountability &
Management, 24(1), February 2008
Levy, Evelyn e Pedro A. Drago (orgs., 2005), Gestão Pública no Brasil Contemporâneo. São
Paulo: Edições FUNDAP.
LOUREIRO, Maria Rita; ABRUCIO, Fernando; PACHECO, Regina. Burocracia e Política no
Brasil Contemporâneo, Ed. FGV, 2009.
OECD (2005), Modernising Government: the Way Forward. Paris: OECD.
PETERS, G e PIERRE, J (org). Administração Pública – coletânea. ENAP e Editora
UNESP, Brasília, DF, 2010.
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WHICKER, M. L., OLSHFSKI, D., & STRICKLAND, R. a. (1993). The troublesome cleft:
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WOOD, D. B. & WATERMAN, R. (1994). Bureaucratic Dynamics: The Role of Bureaucracy
in a Democracy. Westview Press. Boulder, San Francisco: Oxford.

8 – Governança e redes de políticas públicas
Globalização e transformação do Estado na sociedade em rede; Abordagens e conceitos
teóricos sobre governança e redes de políticas públicas: tipos, escalas, atores e arranjos
institucionais; Redes e accountability democrática; Neoinstitucionalismo e a abordagem das redes; Mapeamento e análise de redes sociais e sua aplicação às políticas públicas:
aspectos conceituais e metodológicos; Federalismo, coordenação intergovernamental e
governança multinível.
Docentes: Klaus Frey, Gabriela Spanghero Lotta, Adalberto Mantovani Martiniano de Azevedo
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
Börzel, Tanja A. (2008). Organizando Babel: redes de políticas públicas In F. Duarte, C.
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EMIRBAYER, Mustafa, & GOODWIN, Jeff. (1994). Network Analysis, Culture, and the
Problem of Agency. American Journal of Sociology, 99(6), 1411-1454.
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KICKERT, W. J. M.; KLIJN E.-H.& KOPPENJAN, J. F. M. (Eds.), Managing Complex
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Klijn, Erik-Hans, & Skelcher, Chris. (2007). Democracy and governance networks:
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Marques, Eduardo C. (2003). Redes sociais, instituições e atores políticos no governo da
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dialectical approach. Political Studies, 48(1), 4-21.
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the theory and practice of public governance. London, New York: Routledge
PROCOPIUCK, Mario, & FREY, Klaus. (2009). Redes de políticas públicas e de governança
e sua análise a partir da websphere analysis. Revista Sociologia e Política, 17(34), 63-83.
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SCHNEIDER, Volker. (2005). Redes de políticas públicas e a condução de sociedades
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SØRENSEN, Eva, & TORFING, Jacob (Eds.). (2008). Theories of democratic network
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B. G. Peters & J. Pierre (Eds.), Administração pública (pp. 619-635). São Paulo, Brasília:
UNESP, ENAP.
Wasserman, Stanley, & Faust, Katherine (Eds., 1997). Social Network Analysis: Methods
and Applications (pp. 3-27). Cambridge: Cambridge University Press.

9 – Políticas Sociais
Política, políticas públicas e políticas sociais: definições e indefinições; Teorias do Estado de Bem-Estar Social: ascensão e crise; Políticas sociais em perspectiva comparada: reforma do Estado na América Latina; Seguridade Social no Brasil: previdência, saúde e assistência social; Federalismo e políticas sociais: centralização e descentralização; Políticas setoriais.
Docentes: Sidney Jard, Simone Diniz
No. de Créditos: 9 créditos
Bibliografia:
COELHO, Vera S. P. (org.) A reforma da previdência social na América Latina. São Paulo:
FGV Editora, 2003.
DRAIBE, S.; HENRIQUE, W. (1988). “Crise e gestão da crise: um balanço da literatura
internacional”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol.3, n.6.
DRAIBE, Sonia. “As Políticas Sociais Brasileiras: Diagnósticos e Perspectivas”. In: Para
Entender a Década de 90 – Prioridades e Perspectivas de Políticas Sociais. Vol. 4,
IPEA/IPLAN, 1990.
ESPING-ANDERSEN, Gosta. Three worlds of welfare capitalism. Cambridge: Polity Press,
1990.
HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta e MARQUES, Eduardo. (orgs.) Políticas Públicas
no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.
KAY, Stephen J. e SINHA Tapen. Lessons from pension reform in the Americas. Oxford:
Oxford University Press, 2008.
KUCZYNSKI, Pedro-Pablo e WILLIANMSON, John. After the Washington Consensus:
restarting growth and reform in Latin America. Washington: Institute for International
Economics, 2003.
MARSHALL, T.H. Política Social. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
MENICUCCI, Telma M. G. Público e privado na política de assistência à saúde no Brasil:
atores, processos e trajetória. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2007.
MORAN, Michael; REIN, Martin e GOODIN, Robert E. (ed.). The Oxford handbook of public
policy. Oxford: Oxford University Press, 2006.
PIERSON, Paul. Dismantling the welfare state? Reagan, Thatcher, and the politics of
retrenchment. Cambridge: Cambridge University Press, 1994.
PRZEWORSKI, A. “A Social-Democracia como Fenômeno Histórico”. Lua Nova: Revista de
Cultura e Política, Sao Paulo, vol. 4, n.3, 1988
SCHIMIDTZ, David e GOODIN, Robert E. Social welfare and individual responsibility: for and
against. Cambridge: Cambridge University Press, 1998.
SINHA, Tapen. Pension reform in Latin America and its lessons for international
policymakers. Boston: Kluwer Academic Publishers, 2000.

10 – Avaliação, monitoramento e controle de políticas públicas
Conceitos: monitoramento, avaliação, formulação, eficiência-eficácia-efetividade;
Accountability e controle de políticas públicas; Implicações políticas da avaliação; Focos de avaliação (objetivos, administração, consumidores, especialistas, participantes); Indicadores de políticas públicas; Análise custo-benefício; Análise de impacto; Análise de impacto regulatório; Uso de bancos de dados (big data) na avaliação, monitoramento e controle; Sistemas de monitoramento.
Docentes: Pedro C. Chadarevian, Marcos Vinícius Pó
No. de Créditos: 9 créditos
Bibliografia:
ALA-HARJA, Marjukka; HELGASON, Sigurdur. Em direção às melhores práticas de
avaliação. Revista do Serviço Público, Brasília, v. 51, n. 4, p. 5-59, out./dez. 2000. [texto
mapa para o curso]
ALVIM, Angélica Tanus Benatti; CASTRO, Luiz Guilherme Rivera de (orgs). Avaliação de
Políticas Urbanas: contexto e perspectivas. São Paulo, Mackenzie. 2010
BANCO MUNDIAL, Monitoring and Evaluation (M&E): Some Tools, Methods and
Approaches. Washington, D.C: 2004. Disponível no site: http://www.worldbank.org/ieg/ecd/tools/
BARREIRA, M.C.R.N. e CARVALHO. M.C.B. (orgs.). Tendências e perspectivas na
avaliação de políticas e programas sociais. São Paulo, IEE/PUC-SP, 2001
BRASIL – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – Indicadores de programa:
guia metodológico. Brasília: MPOG, 2010
CLAD (2000). La Responsabilización en la Nueva Gestión Pública Latinoamericana. CLAD.
BID. Eudeba. Buenos Aires.
FARIA, Carlos A. P. A Política da Avaliação de Políticas Públicas. Revista Brasileira de
Ciências Sociais, Vol. 20, nº. 59 outubro. 2005
JANUZZI, Paulo de Martino. (2011). A importância dos indicadores na elaboração de
diagnósticos para o planejamento do setor público. In: Secretaria Nacional de Segurança
Pública – SENASP. Indicadores de Desempenho em Segurança Pública. Coleção
Segurança com Cidadania. Ministério da Justiça
LEVY, E. (1999). Controle social e controle de resultados – um balaço dos argumentos e da
experiência recente. in BRESSER PEREIRA, L C e Cunill Grau, Nuria. O público não-estatal
na reforma do Estado. Editora Fundação Getulio Vargas, Rio de Janeiro
MARTINS, Humberto F. Sistema de Monitoramento do Plano Plurianual; Sistema de
Monitoramento de Metas Presidenciais; Sistema de Monitoramento e Avaliação de Políticas e Programas Sociais; Sistema de Avaliação Externa de Programas Governamentais – Brasil. Washington: Banco Mundial; CLAD, 2007. Disponível em
http://www.clad.org/siare_isis/innotend/evaluacion/brasil.pdf, acesso em 02/02/2011.
PATTON, Michael Quinn. Qualitative Research & Evaluation Methods. 3rd edition. SAGE
Publications, 2001
SILVA, Pedro Luiz Barros. A Avaliação de programas públicos: reflexões sobre a
experiência brasileira: relatório técnico / Pedro Luiz Barros Silva e Nilson do Rosário Costa  Brasília : Ipea, 2002. Disponível em http://www.ipea.gov.br//082/08201004.jsp?ttCD_CHAVE=2642
SILVA, Ricardo Toledo. Eficiência e Eficácia da Ação Governamental: uma análise
comparativa de sistemas de avaliação. Relatório Técnico. Cooperação Técnica BID-IPEA.
Brasília: IPEA, 2002. Disponível em
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/Eficienciaeficacia.pdf
TREVISAN, Andrei Pittol; VAN BELLEN, Hans Michael. Avaliação de políticas públicas: uma
revisão teórica de um campo em construção. RAP – Revista de Administração Pública, Rio
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WORTHEN, R. B.; SANDRES, J. R.; FITZPATRICK, J. L. Avaliação de programas:
concepções e práticas. Tradução Dinah de Abreu Azevedo. São Paulo: Gente, 2004.

11 – Políticas Públicas de Ação Afirmativa.
Teorias do racismo; Doutrina racista no escravismo colonial; Racismo científico e imperialismo neocolonial; A industrialização e os limites da ascensão social das minorias; Mecanismos de discriminação no mercado de trabalho no capitalismo pós-industrial; Movimentos sociais de luta contra a discriminação; Partidos políticos, sindicatos e antirracismo nos EUA, Europa e Brasil; História das políticas de ação afirmativa nos EUA, Europa e Brasil; Análise do impacto socioeconômico das políticas de ação afirmativa; Medidas de desigualdade racial; A eficiência social das cotas no ensino superior no Brasil.
Docente: Pedro C. Chadarevian, Sidney Jard
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
ARROW, Keneth, What has economics to say about discrimination? Journal of Economic
Perspectives, n. 2, v. 12, 1998.
BALIBAR, Etienne, WALLERSTEIN, Immanuel, Race, nation et classe. Les identités
ambiguës, La Découverte, Paris, 1988.
BERGMAN, Barbara. In defense of affirmative action. Basic Books, Nova Iorque, 1997.
BLOOM, Jack M., Class, race and the civil rights movement, Indiana University Press,
Indianapolis, 1987.
BONACICH, Edna, « Advanced capitalism and black/white race relations in the United
States: a split labor market interpretation », American Sociological Review, vol. 41, 1976.
CHADAREVIAN, Pedro C. Économie politique du racisme au Brésil. De l’abolition de
l’esclavage à l’adoption des politiques d’action affirmative. EUE, Saarbrücken, 2011.
COX, Oliver C., Race relations. Elements of social dynamics, Wayne State University Press,
Detroit, 1976.
GONZALEZ, Lélia, O lugar do negro no mercado de trabalho, Marco Zero, Rio de Janeiro,
1982.
HASENBALG, Carlos, Discriminação e desigualdades raciais no Brasil, Graal, Rio de
Janeiro, 1979.
LEIMAN, Melvin M., The political economy of racism. A history, Pluto Press, Londres, 1993.
LEONARD, Jonathan S., « The impact of affirmative action regulation and equal employment law on Black employment », Journal of Economic Perspectives, n. 4, v. 4, 1990.
MOURA, Clóvis, Brasil: as raízes do protesto negro, Global Editora, São Paulo, 1983.
REICH, Michael, Racial inequality. A political-economic analysis, Princeton University Press,
Princeton, 1981.
ROBINSON, Cedric, Black marxism: the making of the Black radical, University of North
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SKIDMORE, Thomas, « Bi-racial U.S.A. vs Multi-racial Brazil: Is the contrast still valid? »,
Journal of Latin American Studies, v. 25, n. 2, 1993.
THOMAS, Ward, « Mitigating barriers to black employment through affirmative action
regulations: a case study », Review of Black Political Economy, n. 3, v. 27, mars, 2000.

12 – Desenvolvimento e Políticas Públicas
Ementa: Teorias do desenvolvimento. Estado, mercado e desenvolvimento. Desenvolvimento humano. Países avançados, países em desenvolvimento e países subdesenvolvidos. Desenvolvimento nos países socialistas. Etapas do desenvolvimento capitalista no Brasil. Políticas e estratégias econômicas
desenvolvimentistas.
Docente: Pedro C. Chadarevian; Simone Diniz
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
AMIN, Samir, O desenvolvimento desigual. Ensaio sobre as formações sociais do
capitalismo periférico. Forense, Rio de Janeiro, 1976.
ARRIGHI, Giovanni, A ilusão do desenvolvimento, Vozes, Petrópolis, 1998.
BIELSCHOWSKY, Ricardo, Cinquenta anos de pensamento da CEPAL, Record, São Paulo,
2000.
CHADAREVIAN, Pedro C., “Da crise do liberalismo ao retorno do desenvolvimento.
A economia brasileira na primeira década do século XXI”, in: Liana Maria da Frota
Carleial, Bruno de Oliveira Cruz e Edna Ramos de Castro (orgs.), O
desenvolvimento (regional?) brasileiro: perspectivas e dilemas, Hucitec, São Paulo,
2013. (No prelo).
CHANG, Ha-Joon, Chutando a escada. A estratégia do desenvolvimento em
perspectiva histórica. UNESP, São Paulo, 2004.
FRANK, Andre G., “The development of underdevelopment”, Monthly Review, v. 18,
n. 4, 1966.
FURTADO, Celso, Teoria e política do desenvolvimento econômico. Companhia
Editora Nacional, São Paulo, 1968.
HIRSCHMAN, Albert, A estratégia do desenvolvimento econômico, Fundo de
Cultura, Rio de Janeiro, 1961.
KRUGMAN, Paul. A consciência de um liberal. São Paulo, Record, 2010.
ROSTOW, Walter W., Etapas do desenvolvimento econômico. Zahar, Rio de Janeiro, 1961.
SADER, Emir e GARCIA, Marco Aurélio (orgs.), Brasil: entre o Passado e o Futuro.
Boitempo, São Paulo, 2010.
SALAMA, Pierre, Les économies émergentes latino-américaines, entre cigales et fourmis.
Armand Colin, Paris, 2012.
SUNKEL, Oswaldo, PAZ, Pedro, El subdesarrollo latino americano y la teoría del desarrollo.
Fondo de Cultura, México, 1970.
SCHUMPETER, Joseph A., Teoria do desenvolvimento econômico, Nova Cultural, São
Paulo, 1997. Os Economistas.
SWEEZY, Paul M., Teoria do desenvolvimento capitalista. Abril Cultural, São Paulo, 1983.
Os Economistas.
THÉRET, Bruno e BRAGA, José Carlos de Souza, Regulação econômica e globalização,
Unicamp, Campinas, 1998.

13 – Estado e Instituições Políticas

Instituições formais na democracia; A relação entre instituições e atores políticos; Sistema
eleitoral e partidário; A organização do processo legislativo; Efeitos da estrutura institucional na formação de políticas.
Docentes: Simone Diniz; Vitor Emanuel Marchetti Ferraz Junior; Sérgio Rodrigo
Marchiori Praça
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia:
DÉREZA, Grace Ivana. Gobiernos de coalición en el sistema presidencial: América del Sur.
1997. Tese (Doutorado) – Instituto Universitário Europeu, Florença, 1997.
SHAPIRO, Robert Y., KUMAR, Martha J., JACOBS, Lawrence R., (eds.). Presidential
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JONES, Charles O. The Presidency in a Separated System. Washington: The Brookings
Institution, 1994.
HUBER, John D. Rationalizing parliament. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.
LIJPHART, Arend. Modelos de Democracia: Desempenho e padrões de governo em 26
países (3ª. Ed.). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
LIMONGI, Fernando. Política comparada: da teoria da modernização ao novo
institucionalismo. 2002. Tese de livre-docência. Departamento de Ciência Política, USP, jun
2002.
MAINWARING, Scott e SHUGARTT, M. Presidentialism and Democracy in: Latin América.
Cambridge University Press, 1997.
MAYHEW, David R. Divided We Govern: Party Control, Lawmaking, and Investigations,
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MORRIS, Irwin L. The American Presidency. An Analytical Approach. Cambridge University
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MAINWARING, Scott; SCULLY, Timothy. Building democratic institutions: party systems in
Latin America. Stanford: Stanford University Press, 1995.
O´DONNELL, Guillhermo. Democracia, Agência e Estado: Teoria com Intenção Comparativ.
São Paulo, 2011.
PETERSON, Mark A. Legislating Together: The White House and Capitol Hill from
Eisenhower to Reagan. Harvard University Press, 1993.
REZENDE, Flávio da Cunha. Do Institutions produce institutional change? The New
Historical Institutionalism and analytic innovations in the theory of change. Brazilian Political Science Review, 5(1), 129-152, 2011.
R.A.W. RHODES, S.A. BINDER & B.A. ROCKMAN (eds.). The Oxford Handbook of Political
Institutions. Oxford, New York: Oxford University Press, 2008.
RUDALEVIGE, Andrew. The Structure of Leadership: Presidents, Hierarchies, and
Information Flow. Presidential Studies Quarterly, 2005.
SARTORI, Giovanni. Engenharia Constitucional: Como Mudam as Constituições. Brasília:
Editora UnB, 1996.

SHEPSLE. Kenneth. Analyzing Politics: Rationality, Behavior, and Institutions. New York:
W.W. Norton & Company, 2010.
SHUGART, Mattew; CAREY, John M. Presidents and assemblies: constitutional design and
electoral dynamics. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
SHUGART, Mathew; HAGGARD, Stephan. Institutions and Public Policy In: Presidential
Systems. In Haggard & McCubbins (eds.). Presidents, Parliaments, and Policy. Cambridge
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SKOWRONEK, Stephen. The Politics Presidents Make: Leadership from John Adams to Bill
Clinton, Revised Edition. Harvard College, 1997.
ZUCCO, Cesar. Ideology or what? Legislative behavior in multiparty presidential settings. In: The Journal of Politics, v. 71, p. 1.076-1.092, 2009.

14 – Políticas públicas no Brasil (disciplina ministrada em inglês)
Política e sociedade no Brasil; sistema político e instituições; partidos políticos e sistema
eleitoral; federalismo e relações intergovernamental; governança; democracia e
participação; O Brasil na nova ordem mundial global; políticas públicas e sociais.
Esta disciplina visa primordialmente atrair estudantes internacionais de levar a cabo suas
atividades de pesquisa em nosso programa de pós-graduação e de fortalecer as relações
internacionais com programas semelhantes no exterior. Entretanto, a disciplina está também aberta para estudantes brasileiros, sendo portanto concebida como espaço acadêmico interativo de aprendizagem e pesquisa e de encontro entre estudantes estrangeiros e brasileiros. O objetivo é familiarizar os alunos estrangeiros com os padrões de políticas públicas no Brasil e, simultaneamente, preparar os alunos brasileiras para atividades de pesquisa fora do país.
Professores: Vanessa Elias de Oliveira; Gabriela Spanghero Lotta; AdalbertoMantovani Martiniano de Azevedo
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia
Avritzer, Leonardo. Democracy and the Public Space in Latin America. Princeton University
Press, 2002.
Avritzer, Leonardo. (2006). New Public Spheres in Brazil: Local Democracy and Deliberative Politics. International Journal of Urban and Regional Research, 30(3), 623-637.
Avritzer, Leonardo. Participatory Institutions in Democratic Brazil. Baltimore: The Johns
Hopkins University Press, 2009.
Baiocchi, G.; Heller, P.; Silva, M. Bootstrapping Democracy: Transforming Local Governance and Civil Society in Brazil. Stanford: Standford University, California, 2011.
Coelho, Vera Schattan P. (2006). Democratization of Brazilian Health Councils: The Paradox
of Bringing the Other Side into the Tent. International Journal of Urban and Regional
Research, 30(3), 656-671
DRAIBE, Sonia Miriam. (2004). The Brazilian Developmental Welfare State: Rise, Decline,
Perspectives. In M. RIESCO (Ed.), Latin America: A New Developmental Welfare State in
the Making? Geneva: UNRISD.
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Fishlow, Albert. Starting Over: Brazil Since 1985 (A Brookings Latin America Initiative).
Brookings Institution Press: Washington D.C.
FREY, Klaus. (2008). Development, good governance, and local democracy. Brazilian
Political Science Review, 2(2), 39-73.
Lobato, Lenaura, Vaitsman, Jeni, Ribeiro, Jose M. (Eds). (2013). Policy analysis in Brazil.
Series: International Library of Policy Analysis.
Mainwaring, Scott; Scully, Timothy. (2009). Democratic Governance in Latin America.
Stanford: Stanford University Press.

Melo, Marcus Andre, & Baiocchi, Gianpaolo. (2006). Deliberative Democracy and Local
Governance: Towards a New Agenda. International Journal of Urban and Regional
Research, 30(3), 587-600.
MELO, Marcus, & REZENDE, Flavio. (2004). Decentralization and Governance in Brazil. In
J. S. TULCHIN & A. SELEE (Eds.), Decentralization and Democratic Governance in Latin
America (pp. 37-66). Washington, D.C: Woodrow Wilson International Center for Scholars.
Neiva, Pedro Robson Pereira, & Soares, Márcia Miranda. (2011). Federalism and public
resources in Brazil: federal discretionary transfers to States. Brazilian Political Science
Review, 5(2), 94-116.
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An Extension of the Systemic Social Control Model. The ANNALS of the American Academy
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Roett, Riordan. The New Brazil. Brookings Institution Press: Washington D.C.
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Wampler, Brian. Participatory Budgeting in Brazil: Contestation, Cooperation, and
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Weyland, Kurt. Democracy without Equity: Failures of Reform in Brazil (Pitt Latin American
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ZIMERMAN, Artur. Land Kills: The Brazilian Experience. (2012). Population Review, 51(2).

15 – Tópicos contemporâneos em políticas públicas (disciplina ministrada em inglês)
Nesta disciplina que também será ministrada em inglês pretendemos ler e discutir artigos e livros científicos sobre assuntos atuais recém-lançados relacionados a políticas públicas. Pretende-se levar em consideração os interesses e as necessidades acadêmicas de nossos estudantes de pós-graduação e dos projetos de pesquisa em andamento no programa. A disciplina é concebida também como um meio para apoiar um processo permanente de atualização do programa de pós-graduação em si, isto é, tanto para os estudantes quanto os docentes. Esperamos poder contar com a participação de estudantes estrangeiros e, desta maneira, consideramos a disciplina com parte de uma estratégia de internacionalização do programa, estimulando estudantes e professores para atividades de cooperação internacional.
Professores: Artur Zimerman; Klaus Frey, Sérgio Rodrigo Marchiori Praça
No. de créditos: 9 créditos
Bibliografia
Sendo esta disciplina baseada na leitura de livros e artigos científicos recém-lançados, a
bibliografia será definido para cada período letivo em que a disciplina será ofertada.